A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (21), a Operação Check-out, nova etapa das investigações sobre suspeitas de corrupção e fraudes em contratos firmados com a Prefeitura do Recife.
A ação é um desdobramento da Operação Check-in, realizada em junho, e investiga possíveis crimes de destruição de provas e obstrução de investigação envolvendo contratos municipais.
Segundo a PF, oito agentes participaram da operação, que cumpriu dois mandados de busca e apreensão no Recife e em Ipojuca, no Litoral Sul de Pernambuco. Também foi expedido um mandado de prisão preventiva contra um investigado que não foi localizado e é considerado foragido.
A Polícia Federal informou que continua realizando diligências para encontrar o suspeito e cumprir a determinação judicial. A identidade dele não foi divulgada.
A investigação apura possível obstrução de apuração envolvendo organização criminosa. Até o momento, a PF não detalhou quais provas teriam sido destruídas nem como o investigado teria tentado dificultar o andamento do inquérito.
Em nota, a Prefeitura do Recife afirmou que não é alvo da Operação Check-in. Segundo a gestão municipal, a investigação envolve contratos de uma empresa terceirizada firmados em 2020. A prefeitura declarou ainda que permanece à disposição das instituições e dos órgãos de controle para colaborar com as investigações.
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