Uma nova pesquisa divulgada pelo Instituto Veritá colocou o cenário político de Pernambuco em ebulição e aumentou a pressão sobre o prefeito do Recife, João Campos (PSB), de olho nas eleições de 2026.
Segundo o levantamento, João aparece com índice de rejeição de 30,1%, percentual significativamente maior que o registrado pela governadora Raquel Lyra (PSD), que soma 15,2%. Os números acenderam o sinal de alerta entre aliados do socialista, principalmente diante do crescimento da percepção de desgaste político antes mesmo do início oficial da campanha eleitoral.
De acordo com a pesquisa, a rejeição ao nome de João Campos é mais forte entre eleitores evangélicos, homens e pessoas de renda mais alta. Nos bastidores, integrantes do grupo político do prefeito já demonstram preocupação com o avanço da rejeição e com o impacto que isso pode causar na construção da disputa estadual.
A divulgação do levantamento também alimentou o debate político em Pernambuco, especialmente nas redes sociais, onde adversários passaram a explorar a narrativa de enfraquecimento do prefeito recifense. Para analistas, embora o cenário ainda esteja distante da eleição, os números indicam que a corrida de 2026 já começou de forma antecipada no estado.
Mesmo mantendo influência política e forte presença nas articulações do PSB, João Campos terá o desafio de conter o crescimento da rejeição e ampliar sua aprovação fora da capital pernambucana para chegar competitivo à disputa pelo Governo de Pernambuco.
Aliados da governadora Raquel Lyra avaliam que os dados reforçam o momento favorável da gestora estadual, enquanto o campo oposicionista tenta reorganizar estratégias para enfrentar o novo cenário político.
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