quarta-feira , 10 junho 2026
Lar Últimas notícias O governo federal deverá analisar nos próximos dias uma proposta para elevar a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina dos atuais 30% para até 32%. O anúncio foi feito pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros e representantes do setor de biocombustíveis. Segundo o ministro, estudos técnicos apontam que o país tem condições de avançar na ampliação da mistura, que faz parte da estratégia de fortalecimento da segurança energética nacional e de incentivo ao uso de combustíveis renováveis. A proposta será encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), responsável por avaliar a medida. O governo argumenta que o aumento da participação do etanol pode reduzir a dependência de gasolina importada, gerar empregos no setor sucroenergético e contribuir para a redução das emissões de gases poluentes. A estimativa é que a mudança permita uma economia significativa na importação de combustíveis. Representantes da indústria de biocombustíveis também defendem a proposta, afirmando que o etanol possui custo inferior ao da gasolina e que a ampliação da mistura pode ajudar a reduzir os impactos das oscilações internacionais nos preços dos combustíveis. Caso seja aprovada pelo CNPE, a medida deverá integrar a política de transição energética do governo, com foco no fortalecimento da produção nacional de combustíveis renováveis e no desenvolvimento econômico do setor.
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O governo federal deverá analisar nos próximos dias uma proposta para elevar a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina dos atuais 30% para até 32%. O anúncio foi feito pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros e representantes do setor de biocombustíveis. Segundo o ministro, estudos técnicos apontam que o país tem condições de avançar na ampliação da mistura, que faz parte da estratégia de fortalecimento da segurança energética nacional e de incentivo ao uso de combustíveis renováveis. A proposta será encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), responsável por avaliar a medida. O governo argumenta que o aumento da participação do etanol pode reduzir a dependência de gasolina importada, gerar empregos no setor sucroenergético e contribuir para a redução das emissões de gases poluentes. A estimativa é que a mudança permita uma economia significativa na importação de combustíveis. Representantes da indústria de biocombustíveis também defendem a proposta, afirmando que o etanol possui custo inferior ao da gasolina e que a ampliação da mistura pode ajudar a reduzir os impactos das oscilações internacionais nos preços dos combustíveis. Caso seja aprovada pelo CNPE, a medida deverá integrar a política de transição energética do governo, com foco no fortalecimento da produção nacional de combustíveis renováveis e no desenvolvimento econômico do setor.

O governo federal deverá analisar nos próximos dias uma proposta para elevar a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina dos atuais 30% para até 32%. O anúncio foi feito pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros e representantes do setor de biocombustíveis.

Segundo o ministro, estudos técnicos apontam que o país tem condições de avançar na ampliação da mistura, que faz parte da estratégia de fortalecimento da segurança energética nacional e de incentivo ao uso de combustíveis renováveis. A proposta será encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), responsável por avaliar a medida.

O governo argumenta que o aumento da participação do etanol pode reduzir a dependência de gasolina importada, gerar empregos no setor sucroenergético e contribuir para a redução das emissões de gases poluentes. A estimativa é que a mudança permita uma economia significativa na importação de combustíveis.

Representantes da indústria de biocombustíveis também defendem a proposta, afirmando que o etanol possui custo inferior ao da gasolina e que a ampliação da mistura pode ajudar a reduzir os impactos das oscilações internacionais nos preços dos combustíveis.

Caso seja aprovada pelo CNPE, a medida deverá integrar a política de transição energética do governo, com foco no fortalecimento da produção nacional de combustíveis renováveis e no desenvolvimento econômico do setor.

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