Segundo reportagem atribuída à VEJA, mensagens que integram um relatório da Polícia Federal mostram uma conversa, em fevereiro de 2025, entre Daniel Vorcaro, então controlador do Banco Master, e o advogado Luiz Rennó. Na conversa, Rennó teria questionado a manutenção de um contrato de R$ 100 mil mensais com a RI Consulting.
A RI Consulting teve entre seus sócios Carlos Costa (Republicanos), atual candidato a vice-governador na chapa de João Campos. Levantamento anterior do UOL identificou 20 notas de R$ 100 mil emitidas pela empresa ao Banco Master entre março de 2024 e outubro de 2025, totalizando R$ 2 milhões, com os documentos descrevendo serviços de consultoria em relações governamentais.
O UOL também informou que Carlos Costa deixou a sociedade em março de 2026, transferindo sua participação ao pai, Silvio Costa. A família afirmou que os serviços foram efetivamente prestados e negou irregularidades.
A revelação ocorre na reta final das eleições em Pernambuco e coloca novamente em discussão a relação comercial entre o Banco Master e a empresa que teve Carlos Costa como sócio.
Importante: as informações divulgadas não apresentam evidência de que João Campos tenha recebido recursos do Banco Master ou participado dos contratos mencionados.
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