A reta final da corrida pelo Senado em Pernambuco coloca Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) diante de um cenário competitivo\. Os dois integram a base política do presidente Lula, enquanto a disputa pela segunda vaga permanece tecnicamente indefinida entre Humberto Costa e Mendonça Filho (PL)\.
No levantamento mais recente do Real Time Big Data, divulgado em 15 de setembro, Marília aparece com 27% das intenções de voto\. Mendonça Filho registra 21% e Humberto Costa, 20%\. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, os dois últimos estão tecnicamente empatados\. ([CNN Brasil](https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/real-time-marilia-arraes-lidera-corrida-ao-senado-em-pernambuco/?utm_source=chatgpt.com))
Na comparação com o levantamento anterior mencionado no texto, Marília oscilou de 29% para 27%\. Já Humberto passou de 19% para 20%\. Os números mostram movimentos diferentes entre os principais nomes da disputa, mas não permitem concluir, isoladamente, que exista rejeição aos candidatos\.
Outro dado chama atenção para o grau de indefinição do eleitorado\. Na pesquisa Datafolha divulgada em 11 de setembro, 58% dos entrevistados não souberam indicar espontaneamente em quem pretendiam votar para o Senado\. No cenário estimulado, Marília apareceu com 18%, Humberto com 16% e Mendonça com 12%, dentro de uma pesquisa que permite dois votos por eleitor\. ([Folha de S\.Paulo](https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/09/datafolha-senado-em-pernambuco-tem-marilia-com-18-humberto-16-mendonca-12-eduardo-10.shtml?utm_source=chatgpt.com))
A diferença entre os levantamentos também reforça a importância de observar metodologia, período de coleta e forma de apresentação dos votos antes de comparar percentuais diretamente\.
Com duas vagas em disputa, a eleição para o Senado em Pernambuco segue aberta a diferentes combinações\. Marília aparece na liderança numérica no Real Time Big Data, enquanto Humberto e Mendonça travam uma disputa tecnicamente equilibrada pela outra posição entre os três primeiros colocados\.
Na reta final, além da associação política com Lula, as campanhas terão de apresentar aos eleitores suas propostas, trajetórias e prioridades para um eventual mandato no Senado
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