A definição de Eduardo da Fonte (PP) como candidato ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD) provocou reações entre parte dos apoiadores da gestora nas redes sociais e nos bastidores da política pernambucana.
Após o anúncio da retirada de Miguel Coelho (União Brasil) da disputa, alguns eleitores e lideranças que defendiam seu nome manifestaram insatisfação com a composição da chapa. Em comentários publicados nas redes sociais, parte desse grupo afirma que preferia Miguel como representante da base governista na corrida ao Senado.
A repercussão mostra que a escolha de Eduardo da Fonte passa a ser um dos desafios da campanha de Raquel Lyra, que terá a missão de unificar sua base política e conquistar o apoio dos eleitores que defendiam outra composição para a chapa.
Apesar das manifestações de parte dos apoiadores, outras lideranças governistas avaliam que a aliança com o PP fortalece a base política da governadora e amplia o tempo de campanha e a estrutura partidária para a disputa de 2026.
Com o início oficial da campanha, a expectativa é que a chapa governista concentre esforços para unificar seus aliados e ampliar o apoio em torno dos candidatos escolhidos.
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