O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) homologou, nesta quinta-feira (26), o registro da Federação União Progressista, formada pelos partidos União Brasil e Progressistas (PP). A decisão foi unânime entre os ministros, que reconheceram o cumprimento de todos os requisitos legais para a oficialização da aliança.
Com a aprovação, as duas siglas passam a atuar de forma conjunta em todas as instâncias políticas e eleitorais por, no mínimo, quatro anos, consolidando uma das maiores forças políticas do país.
A federação nasce já com números expressivos: são 109 deputados federais, cerca de 15 senadores, seis governadores e mais de 1.300 prefeitos em todo o Brasil, o que a coloca como a maior federação partidária do cenário nacional.
Em Pernambuco, a nova federação chega com forte protagonismo e sob o comando de grandes lideranças políticas. O deputado federal Eduardo da Fonte, presidente do Progressistas no estado, assume papel central na condução da federação, sendo apontado como liderança geral do grupo em Pernambuco.
Ao seu lado, o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho, presidente do União Brasil no estado, também figura como peça-chave na articulação política, fortalecendo ainda mais o peso da federação no cenário estadual.
A consolidação da União Progressista representa um reforço direto para a base da governadora Raquel Lyra, que passa a contar com o apoio da maior federação política do Brasil em seu grupo. O movimento amplia a musculatura política da gestora e fortalece seu projeto de continuidade e expansão para os próximos anos.
A articulação é vista como estratégica para o cenário de 2026, consolidando alianças, ampliando o alcance eleitoral e fortalecendo um bloco político robusto em Pernambuco.
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