A operação da Polícia Federal que atingiu integrantes da família Coelho provocou forte repercussão no meio político pernambucano e alterou o ambiente de articulações no Estado. Nos bastidores, interlocutores apontam que Miguel Coelho passou a enfrentar um momento de isolamento dentro do campo político que dialogava com o grupo do prefeito João Campos.
Embora não exista anúncio formal de rompimento, fontes políticas avaliam que houve um esfriamento nas conversas e um movimento de cautela por parte do núcleo ligado à Prefeitura do Recife. A estratégia, segundo analistas, seria evitar desgaste de imagem diante da repercussão do caso.
Reposicionamento estratégico
O momento é descrito por observadores como de “distanciamento tático”. Lideranças próximas a João Campos defendem prudência enquanto os desdobramentos jurídicos seguem seu curso. Já aliados de Miguel Coelho sustentam que não há condenação e classificam o cenário como precipitado.
Nos bastidores, também surgem avaliações de que o episódio pode ter impacto direto nas composições para 2026, influenciando alianças e reposicionando forças dentro do tabuleiro estadual.
Clima de tensão política
O ambiente político passa por um período de reacomodação. Miguel Coelho mantém discurso de confiança no esclarecimento dos fatos e sinaliza que seguirá ativo nas articulações. Já o grupo de João Campos adota postura reservada, priorizando agenda administrativa e evitando aprofundar publicamente o tema.
O cenário segue em movimento e deve continuar influenciando o jogo político em Pernambuco nas próximas semanas.
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