O policial federal Jorge Chastalo Filho, que atuou como carcereiro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante os 580 dias em que ele esteve preso na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba (PR), revelou conversas atribuídas ao petista durante o período.
As declarações foram divulgadas no livro Banho de Sol, no qual o agente relata episódios vividos durante a prisão de Lula. Segundo publicação da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, o policial afirma que o então ex-presidente demonstrava decepção e amargura em relação a ministros indicados por ele e pela ex-presidente Dilma Rousseff ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Na publicação, Chastalo Filho também relata que Lula utilizava expressões ofensivas para se referir a algumas pessoas durante conversas na prisão.
- Os relatos reacendem discussões sobre os bastidores do período em que o presidente esteve detido, entre 2018 e 2019, e sobre suas relações com integrantes do Judiciário.
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