quinta-feira , 1 outubro 2026
Lar Últimas notícias Há dez anos, em 17 de abril de 2016, a Câmara dos Deputados autorizava a abertura do processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff. O placar terminou em 367 votos favoráveis, 137 contrários, sete abstenções e duas ausências. Entre os partidos que apoiaram a abertura do processo estava o PSB, que naquele momento tinha 32 deputados. Dias antes da votação, parlamentares da legenda defenderam publicamente o afastamento de Dilma. Na votação, 29 dos 32 deputados do PSB votaram a favor do impeachment, segundo levantamento publicado à época pelo Congresso em Foco. O processo seguiu para o Senado Federal e, em 31 de agosto de 2016, Dilma perdeu definitivamente o mandato após a votação dos senadores. Uma década depois, o episódio continua sendo lembrado nas discussões políticas brasileiras. O PSB, que posteriormente voltou a construir alianças com setores ligados ao campo político de Dilma e do PT, mantém em seu histórico a participação decisiva de sua bancada na votação de 2016. O registro da Câmara dos Deputados permanece como documento oficial daquele episódio: foram necessários 342 votos para autorizar o prosseguimento do processo, e a votação terminou com 367 votos favoráveis.
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Há dez anos, em 17 de abril de 2016, a Câmara dos Deputados autorizava a abertura do processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff. O placar terminou em 367 votos favoráveis, 137 contrários, sete abstenções e duas ausências. Entre os partidos que apoiaram a abertura do processo estava o PSB, que naquele momento tinha 32 deputados. Dias antes da votação, parlamentares da legenda defenderam publicamente o afastamento de Dilma. Na votação, 29 dos 32 deputados do PSB votaram a favor do impeachment, segundo levantamento publicado à época pelo Congresso em Foco. O processo seguiu para o Senado Federal e, em 31 de agosto de 2016, Dilma perdeu definitivamente o mandato após a votação dos senadores. Uma década depois, o episódio continua sendo lembrado nas discussões políticas brasileiras. O PSB, que posteriormente voltou a construir alianças com setores ligados ao campo político de Dilma e do PT, mantém em seu histórico a participação decisiva de sua bancada na votação de 2016. O registro da Câmara dos Deputados permanece como documento oficial daquele episódio: foram necessários 342 votos para autorizar o prosseguimento do processo, e a votação terminou com 367 votos favoráveis.

Há dez anos, em 17 de abril de 2016, a Câmara dos Deputados autorizava a abertura do processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff. O placar terminou em 367 votos favoráveis, 137 contrários, sete abstenções e duas ausências.

Entre os partidos que apoiaram a abertura do processo estava o PSB, que naquele momento tinha 32 deputados. Dias antes da votação, parlamentares da legenda defenderam publicamente o afastamento de Dilma.

Na votação, 29 dos 32 deputados do PSB votaram a favor do impeachment, segundo levantamento publicado à época pelo Congresso em Foco.

O processo seguiu para o Senado Federal e, em 31 de agosto de 2016, Dilma perdeu definitivamente o mandato após a votação dos senadores.

Uma década depois, o episódio continua sendo lembrado nas discussões políticas brasileiras. O PSB, que posteriormente voltou a construir alianças com setores ligados ao campo político de Dilma e do PT, mantém em seu histórico a participação decisiva de sua bancada na votação de 2016.

O registro da Câmara dos Deputados permanece como documento oficial daquele episódio: foram necessários 342 votos para autorizar o prosseguimento do processo, e a votação terminou com 367 votos favoráveis.

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