domingo , 6 setembro 2026
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Operação Barriga de Aluguel volta aos holofotes e ex-secretário do Recife é citado em investigação sobre contratos milionários

A chamada Operação Barriga de Aluguel voltou a repercutir no cenário político do Recife após novas informações envolvendo João Guilherme de Godoy Ferraz, ex-secretário de Governo da Prefeitura do Recife.

Segundo informações divulgadas pelo jornalista Ricardo Antunes e reproduzidas nas redes sociais, João Guilherme teria sido alvo de um pedido ou decisão de prisão preventiva no âmbito das investigações relacionadas à operação. A publicação também menciona a realização de buscas e apreensões.

A Operação Barriga de Aluguel, conduzida pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), investiga suspeitas relacionadas à contratação de empresas e à utilização de recursos públicos na administração municipal.

De acordo com as informações divulgadas, o procedimento estaria paralisado havia cerca de sete meses por uma decisão monocrática do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A publicação também aponta uma suposta proximidade política de João Guilherme com o ex-prefeito Geraldo Julio e afirma que ele teria mantido influência nos bastidores durante a gestão de João Campos. Essas informações são apresentadas como alegações atribuídas às fontes citadas e não como fatos definitivamente comprovados.

Contratos milionários entram no foco

Ainda segundo a publicação, documentos públicos e informações atribuídas ao Blog do Manoel Medeiros apontariam pagamentos superiores a R$ 200 milhões realizados pela Prefeitura do Recife a três empreiteiras ligadas ao empresário Carlos Augusto Góes Muniz.

As informações também levantam questionamentos sobre a forma de contratação das empresas, mencionando que parte significativa dos contratos teria ocorrido sem licitação.

O retorno do caso ao debate público coloca novamente a Operação Barriga de Aluguel sob os holofotes e aumenta a atenção sobre seus possíveis desdobramentos judiciais.

Por se tratar de uma investigação em andamento, eventuais responsabilidades ainda dependem da apuração dos fatos e das decisões da Justiça. Os citados têm direito à ampla defesa e ao contraditório.

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