A ministra do Superior Tribunal Militar (STM), Verônica Abdalla Sterman, indicada ao cargo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2025, foi citada em uma reportagem do Diário do Poder que afirma que ela teria recebido cerca de R$ 700 mil por meio de um escritório de advocacia ao qual era vinculada quando atuava como advogada.
Segundo a publicação, os pagamentos teriam sido feitos por uma empresa apontada em investigações como suspeita de integrar um esquema de movimentações financeiras irregulares, com possível utilização de empresas de fachada e “laranjas” em operações relacionadas à lavagem de dinheiro.
Até o momento, não há informação de que a ministra tenha sido formalmente acusada ou condenada no caso. As informações divulgadas têm como base documentos e investigações mencionados pela reportagem do veículo.
O caso repercutiu nas redes sociais e no meio político, levantando debates sobre os critérios de indicação para cargos de alta relevância no Judiciário e sobre a necessidade de esclarecimentos por parte dos envolvidos.
A defesa da ministra e os órgãos competentes poderão se manifestar ao longo das investigações, caso entendam necessário. O espaço permanece aberto para eventuais posicionamentos oficiais sobre o assunto.
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