O número de vítimas do forte terremoto que atingiu a Venezuela subiu para 164 mortos, segundo informações divulgadas pelas autoridades locais. Além das mortes, 971 pessoas ficaram feridas, enquanto centenas seguem desaparecidas sob os escombros.
Os tremores, de magnitudes 7,2 e 7,5, provocaram o colapso de prédios, destruição de ruas e graves danos à infraestrutura, sendo considerados um dos desastres naturais mais severos enfrentados pelo país em aproximadamente um século.
Equipes de resgate continuam mobilizadas em diversas regiões afetadas, utilizando equipamentos especializados e cães farejadores na busca por sobreviventes. O governo venezuelano decretou medidas emergenciais, incluindo a suspensão das aulas e de serviços públicos não essenciais para concentrar esforços no atendimento às vítimas.
A tragédia também mobilizou a comunidade internacional. Países como Brasil, Estados Unidos, Turquia, México e Portugal ofereceram apoio humanitário, enviando equipes de emergência, suprimentos e assistência técnica para auxiliar nas operações de resgate e no atendimento aos desabrigados.
De acordo com o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, até o momento não há registro de brasileiros entre as vítimas do terremoto. Enquanto isso, milhares de famílias permanecem desalojadas e enfrentam dificuldades com falta de energia, água e acesso a serviços básicos, aumentando a preocupação com a situação humanitária nas áreas mais atingidas.
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